Mais de uma semana sem postar nada, por falta de tempo, e porque resolvi deixar o blog um pouco de lado, por puro desânimo em mantê-lo no ar. Falta-me mais que vontade; falta-me acreditar em um futuro melhor. Mas vamos lá. E como as chuvas não passam, piorando a vida de muita gente, seja economicamente ou até mesmo no humor, falarei sobre uma entrevista do prefeito, na semana passada, acerca dos problemas causados pelo mau tempo dos últimos dias.
José Roberto Martins (PSDB) reclamou das áreas invadidas no município, culpando a população por se instalar nesses locais sem infraestrutura, os quais, geralmente, são os mais atingidos em caso de chuva intensa - e são os que mais reclamam. José Roberto lembrou do caso do loteamento feito pela Emacobrás - o Granja Henrique Lage -, no qual se venderam lotes sem infraestrutura e o município foi
condenado pela Justiça a fazer o que a Emacobrás não fez, sob pena pecuniária de R$ 5.000,00 por dia. O prefeito cobrou a responsabilidade da Emacobrás e do governo municipal da época (leitores, eu não sei quem era o prefeito quando o loteamento começou a ser implantado e os lotes vendidos).
A primeira foto, feita na semana passada, mostra um veículo atolado na areia que desceu de uma das ruas não pavimentadas do loteamento Granja Henrique Lage. Em todas as enxurradas acontece o mesmo problema. A areia desce e interdita a Rua Nicolau da Rosa Matos, que é asfaltada (foto ao lado).
Bem, leitores, quanto a esse problema causado pela Emacobras, José Roberto conhece o caminho da casa do dono e o que pode fazer para exigir que a empresa cumpra suas obrigações com o município.
A respeito de áreas invadidas, não entendo como a prefeitura pavimenta ruas nessas áreas, como é o caso de uma via pavimentada no ano passado, em Vila Alvorada. Enquanto isso, não pavimenta uma rua no Centro, devidamente projetada, como é o caso da rua da delegacia de polícia, que é uma vergonha. Só fica em ótimo estado quando há festas no "
pavilhão de eventos".
Ao pavimentar ruas em áreas invadidas, a prefeitura avaliza a invasão. E como já escrevi em
postagem específica, o problema não é recente, mas não se pode, porém, permanecer errando. E quem paga a conta é o município.
Veja o que
diz a Justiça com referência ao loteamento Granja Henrique Lage.