
Na semana passada a prefeitura divulgou a formação da comissão que acompanhará as obras de construção do
monumento à Santa Paulina.
A comissão é constituída pelas seguintes pessoas e entidades:
Poder Executivo Municipal:
a) Cardir Garbeloto Cargnin, titular;
b) Daniel Vinício Arantes Neto, suplente;
Poder Legislativo Municipal:
a) Elísio Sgrott, titular;
b) Chirley de Miranda, suplente;
19ª Secretaria de Desenvolvimento Regional:
a) Valmira Sebold Branco, titular;
b) Maurício Alves Júnior, suplente;
Paróquia Nossa Senhora Imaculada Conceição:
a) João Batista Domingos, titular;
b) Sonia Figueiredo de Freitas, suplente.
Associação dos Peregrinos da Caminhada da Terra do Primeiro Milagre de Santa Paulina:
a) Camilo Carvalho Damázio, titular;
b) Jari Luiz Dalbosco, suplente.
Associação Santa Paulina:
a) Pe. José Eduardo Bitencourt, titular;
b) Lourival César da Rosa, suplente;
Câmara dos Dirigentes Lojistas de Imbituba – CDL:
a) Santos Pacheco Alves, titular;
b) Paulo Sergio Martins, suplente;
Associação Comercial e Industrial de Imbituba – ACIM:
a) Gilberto Barreto da Costa Pereira, titular;
b) Luiz Dário Rocha, suplente;
Ordem dos Advogados do Brasil – OAB:
a) Manoel Bertoncini, titular;
b) Almir Martins, suplente;
Membro Ilustre da Comissão Especial para Acompanhamento e Avaliação do projeto “Santuário à Santa Paulina”: Senhora Eluíza Rosa de Souza.
Amanhã (25), às 9h00, no acesso ao
Morro da Antena, o prefeito José Roberto Martins entregará à comissão o documento de posse da área na qual será edificado o santuário.
É lamentável que se gastará milhões de reais em uma obra prescindível sem se ouvir a sociedade imbitubense.
Em
enquete realizada aqui no blog 43% dos votantes responderam que "há coisas mais importantes para fazer em Imbituba".
Em um comentário feito pelo engenheiro Moacir Freitas da Rosa, este advertiu sobre os
obstáculos naturais e técnicos que impõem a não realização da obra, mas nada disso está sendo considerado pelo Poder Público.
Espero que o monumento não se transforme em mais uma dessas obras faraônicas esquecidas pelo Brasil afora, sem dinheiro para acabar, embargadas pelo tribunal de contas ou ignorada por um governo sucessor que apresenta motivos
poliqueiros para não continuar a construção, deixando-se no local um passivo ambiental e, no orçamento, um passivo contábil.
Hoje, não se vê nem um político com interesse de ser prefeito apresentar publicamente sua crítica à construção. Ou tem medo de falar, ou concorda com a obra. Depois, se eleito, não poderá vir a público dizer que é necessário paralisar a construção, por falta disso ou daquilo. Fale, agora, ou se cale para sempre!
O objetivo do santuário é somente trazer turistas e dinheiro para a cidade. Espero que essa esperança não fique apenas num sonho. E que Deus abençoe a todos.