
Leitores, na data de hoje, fui informado que o jornal O Expresso teria plagiado uma postagem publicada aqui no
blog. A princípio, não acreditei. Imaginava que o jornal teria feito algum comentário sobre alguma postagem publicada. Não foi isso.
O plágio é claro e sem qualquer respeito pelo patrimônio intelectual deste editor. Todo o texto, palavra por palavra, vírgula por vírgula, foi
copiado do blog Pena Digital e colado numa das páginas desse jornal, que circulou no dia 18/09. Só faltou colocar o mesmo título. A minha postagem foi publicada no dia 12/09. Extremamente lamentável.
Eu sei que muitas vezes não se tem o que publicar, mas não saio por aí copiando e colando matérias de outros veículos de comunicação.
Consta sobre o texto - MEU - publicado pelo referido jornal o nome André Luiz, mas a única ideia dele nesse caso foi o de copiar a minha postagem. O editor do jornal, também, é responsável pela publicação da cópia.
A imprensa é livre, mas essa liberdade não pode extrapolar os limites do respeito, do direito de autoria. É de se estranhar que o citado copiador não se importe com a pena de 2 a 4 anos de reclusão definida no
Código Penal para quem pratica esse crime. O plagiador também poderá ser condenado por falsidade ideológica.
Como bem divulgado no jornal A Gazeta, do ES, em 09/05/06:
Além de ser crime, o plagiador está se negando a pensar. O reflexo disso no futuro será uma sociedade sem cultura, sem personalidade e sem capacidade de promover sua inteligência. E hoje, não se pode mais contestar que o progresso cultural, intimamente ligado ao progresso econômico, representa um "meio eficaz no objetivo principal dos direitos humanos", ou seja, a manutenção da paz e da segurança internacional.
A Constituição Federal Brasilera ampara a propriedade intelectual como direito fundamental, garantindo tanto o interesse privado dos autores e criadores quanto o direito social na preservação da memória e da cultura do povo e na transferência de conhecimento para gerar desenvolvimento.
(...) A falha é de caráter, de esclarecimento e até de educação, no sentido próprio da palavra.
A falta de conhecimento para ter suas próprias opiniões leva muita gente a se socorrer em conhecimento alheio, utilizando-o como se dele fosse.
Em mensagens

trocadas entre mim e o edit

or do jornal O Expresso, há algumas semanas (clique nas fotos para visualizar as mensagens), eu lhe falei que qualquer matéria do jornal dele que fosse publicada por mim, no blog, receberia a devida citação. E nas mesmas mensagens trocadas eu solicitei que ele fizesse o mesmo. Não adiantou!
Um jornal que plagia não merece a confiança do leitor!